

Saiba como Identificar uma Crise de Enxaqueca, a começar pelo fato de que não é sinônimo de uma dor de cabeça por mais intensa ou frequente que seja, uma vez que a cefaleia é considerada um sintoma comum e faz parte do cotidiano de muitas pessoas.
Por isso, continue a leitura deste artigo para saber se é uma enxaqueca ou dor de cabeça que você ou alguém que conhece apresenta, um fator importante para auxiliar no tratamento ou não, porque nem todos os casos necessitam de medicamentos ou outras intervenções médicas.
Primeiramente, a enxaqueca trata-se de uma dor de cabeça que manifesta-se na metade da cabeça, com característica de moderada a alta intensidade, em que a primeira é conhecida por prejudicar parcialmente o andamento das tarefas cotidianas, enquanto a outra é incapacitante durante o pico da dor.
Logo, pode ser uma dor pulsátil, com duração de 20 minutos ou de 3h a 72h, quando não tratada, e obrigatoriamente tem que surgir acompanhada de fotofobia (incômodo com claridade), fonofobia (incômodo com barulho), osmofobia (incômodo com cheiro), náusea, vômito ou piora da dor ao fazer atividade física.
Além disso, na enxaqueca clássica, a pessoa também pode apresentar o fenômeno aura, em que acontecem alterações neurológicas capazes de surgir antes ou durante a crise de enxaqueca, havendo alterações na visão, escotomas cintilantes e visão em túnel.
Nos casos mais complexos, pode ter perda de metade da visão, paralisia unilateral, alterações da fala e linguagem, dormência e formigamento, por exemplo. E devido ao fato de estes fenômenos serem comumente confundidos com os sintomas do AVC, é importante buscar atendimento imediato, preferencialmente em um pronto atendimento com médico especialista em Neurologia, para confirmar se trata-se de um quadro de enxaqueca com aura ou não.
Para identificar uma crise de enxaqueca, é importante observar se a dor de cabeça começou leve, seja com características musculares ou tensionais, e progrediu para moderada e intensa juntamente com a presença dos demais sintomas clássicos, como náusea, enjoo e incômodos típicos.
Além disso, também é possível observar dores de cabeça de outros tipos de menor intensidade, como leve, tensional, cervical, entre outras. Ou seja, quem tem enxaqueca pode apresentar outros tipos de dor de cabeça, principalmente quando a cefaleia comum não é tratada, podendo funcionar como gatilho para uma crise de enxaqueca.
A enxaqueca tem origem genética, logo, um dos principais questionamentos do médico especialista em Neurologia, no momento de examinar o paciente, envolve o histórico familiar, uma vez que a prevalência é evidente.
Apesar de a genética ser a causa principal da crise de enxaqueca, este tipo de dor também pode manifestar-se diante de determinados gatilhos, tais como, flutuação hormonal, determinados alimentos, dormir pouco, hidratação insuficiente, estresse frequente, longos períodos em jejum, dias muito quentes e ensolarados, ambientes barulhentos e som alto.
Por isso, é válido a pessoa que tem histórico familiar de enxaqueca ou confirmação do diagnóstico passar a reconhecer os precedentes (cefaleia leve ou fenômeno aura) e gatilhos das crises de enxaqueca para conversar com o médico especialista em Neurologia de confiança sobre as melhores opções de tratamento, seja para prevenção, efeito abortivo ou evitar exposição aos mesmos, por exemplo, levando em consideração um estudo detalhado e individual após Identificar uma Crise de Enxaqueca, priorizando seu bem-estar e a melhora da qualidade de vida.
A Cefaleia, conhecida popularmente como dor de cabeça, pode ocorrer de modo isolado, quando apresenta um complexo sintomático agudo (como a enxaqueca), ou provida de doenças em desenvolvimento (como infecções). O diagnóstico é baseado na compreensão da fisiopatologia dessas dores de cabeça, na obtenção de um histórico clínico e na realização de um exame físico e neurológico criterioso, para formular um diagnóstico diferencial.
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