Neurologista - Dr. Willian Rezende

Dor no Cóccix – Saiba Mais!


Muitas pessoas possuem dor no cóccix mas não fazem ideia da causa e o que significa. Esta dor pode ser causada por diversos fatores, como sofrer algum trauma, estar no período pós-parto, realizar algum esforço repetitivo, má postura, excesso de peso, infecções e até câncer.

Por isso, é extremamente importante que você procure a causa da sua dor. Continue lendo este artigo para saber detalhes das possíveis causas dessa condição.

Dor no Cóccix – O que Pode Ser?

Esta condição é algo muito comum para muitos brasileiros. Entretanto, ela é muitas vezes negligenciada, pois o paciente com dor é direcionado a um hospital ou consulta para descobrir a fonte de sua dor, e após exames, nenhum deles apresenta o diagnóstico de dor no cóccix.

Apesar de ser comum, cada dor tem uma variante e uma causa diferente. Vamos citar algumas, desde as mais comuns até as causas mais raras.

As Causas mais Comuns

Pós-Parto

A causa mais comum de todas da dor no cóccix é a dor no parto. Esse tipo de dor não é prolongada, visto que a causa da dor é exatamente o ato de dar a luz. Mas somente para as mulheres que fazem parto normal, o cóccix é muito movimentado e empurrado durante o parto, e este ato pode causar a dor.

Apesar desse tipo de causa ser a mais comum, não é a mais comum entre as causas de dores prolongadas do cóccix.

Traumatismo no Cóccix

Obviamente, uma das causas mais comuns desse tipo de dor são choques para com o cóccix, como batidas, tombos, e etc. Qualquer tipo de acidente ou ocorrência que machuque-o diretamente causará a dor, mas esse exemplo também não é a causa mais comum da dor no cóccix contínua e persistente.

Lesão por Esforços Repetitivos – Dor Miofascial

Este exemplo sim é o mais comum causador da dor no cóccix prolongada, contínua e persistente. Alguns esforços repetitivos utilizam os músculos que se apoiam no sacro e no cóccix, esses músculos que ficam na região pélvica (depois do anus e de outras regiões) podem ficar inflamados, e o paciente muito provavelmente sentirá esta dor.

Caso o paciente esteja frequentemente sentando em posições desconfortáveis em relação ao cóccix, por exemplo, andando muito de bicicleta, praticando exercícios físicos incorretamente, sentando com má postura e etc. A contratura persistente desses músculos causa a dor referida no cóccix.

Apesar de ser a causa mais comum, ela também é a causa mais negligenciada, pois raramente é diagnosticada. O tratamento dessa causa é semelhante a outros tratamentos de dor miofascial.

Postura

A postura que a pessoa tem no dia a dia tem grande impacto no cóccix também, principalmente em relação à maneira que ela se senta, pois depois de um tempo, o cóccix pode ficar sobrecarregado, causando dor.

Excesso de Peso

O excesso de peso também pode sobrecarregar o assoalho pélvico, e afetar o cóccix de modo a causar dor.

Para saber mais causas da dor no cóccix, assista ao vídeo na íntegra, e marque uma consulta conosco para um diagnóstico correto e preciso, além de solucionar todas as suas dúvidas!

Se quiser saber mais sobre dor miofascial, clique aqui!

Fonte: https://docs.google.com/document/d/1sLsmRiGT3uF3wKvhoh6D8VnkXbJpu_4gZJ-Pmj4U-9Q/edit#heading=h.suci7c3h9bdu

Dor no Cóccix – Saiba Mais!
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Quem ronca está esforçando sua musculatura respiratória para além de seus limites, e está sobrecarregando o coração de trabalho. Ao longo do tempo, o indivíduo que ronca pode ficar hipertenso e/ou apresentar infarto do miocárdio ou derrame cerebral. Quem ronca pode ter apneia obstrutiva do sono, e outros indícios desta doença podem ser a obesidade, prejuízo de memória, dificuldade de raciocínio, diminuição da libido, disfunção erétil (impotência), pescoço grosso, circunferência abdominal elevada, boca pequena, queixo para traz, amígdalas grandes. O sono normal ou seus distúrbios estão associados ao bom ou mau funcionamento cerebral, respectivamente, e o neurologista conhece profundamente a anatomia, fisiologia, fisiopatologia e clínica do sistema nervoso. Outros especialistas que podem cuidar da insônia são os psiquiatras. A apneia do sono também pode ser cuidada por pneumologistas e otorrinolaringologistas com treinamento em distúrbios do sono. Os distúrbios de sono mais comuns são a insônia, a apneia obstrutiva do sono e a síndrome das pernas inquietas. São comuns também o sono insuficiente e o atraso de fase de sono. A insônia está associada a múltiplos fatores que, muitas vezes, estão somados em um mesmo paciente. Algumas pessoas apresentam estruturalmente maior propensão à insônia e quando expostas a condições de estresse, doenças ou mudança de hábitos, desenvolvem episódios de insônia. Estes episódios de insônia podem se perpetuar, principalmente porque o paciente tende a associar suas dificuldades de dormir a uma série de comportamentos: esforço para dormir, permanência na cama só para descansar, elaboração de pensamentos e planejamentos na hora de dormir, atenção a suas preocupações, atenção a fenômenos do ambiente, como ruídos e pessoas que estão dormindo, havendo sempre uma hipervalorização destes fatos, o que realimenta a insônia. A apneia obstrutiva do sono caracteriza-se pela obstrução da via aérea ao nível da garganta durante o sono, levando a uma parada da respiração, que dura em média 20 segundos. Após esta parada no fluxo de ar para os pulmões, o paciente acorda, emitindo um ronco muito ruidoso. A apneia obstrutiva do sono pode ocorrer várias vezes durante a noite, havendo pacientes que apresentam uma a cada um ou dois minutos. Durante a apneia, a oxigenação sanguínea pode cair a valores críticos, expondo o paciente a problemas cardíacos. A apneia obstrutiva do sono ocorre em cerca de 5% da população geral e em 30% dos indivíduos acima dos 50 anos de idade, sendo também mais comum em homens. A síndrome das pernas inquietas é a mais comum das doenças do sono, da qual poucos ouviram falar. Afeta cerca de 7% da população e se caracteriza principalmente por uma sensação desagradável nas pernas, profunda, nos ossos, às vezes, como se fosse uma coceira ou friagem, choque, formigamento, e eventualmente dor. Estes sintomas são acompanhados de uma sensação de angústia e imensa necessidade de mover as pernas, ou ainda massageá-las, alongá-las ou mesmo espancá-las em algumas situações. Os sintomas ocorrem principalmente na hora de se deitar, mas podem ocorrer em qualquer momento em que o indivíduo fica parado (sentado ou deitado), seja para descansar ou qualquer outra atividade que não exija movimentos. Os sintomas da síndrome das pernas inquietas podem ser tão intensos que o paciente não consegue iniciar o sono." ["parent"]=> int(7) ["count"]=> int(43) ["filter"]=> string(3) "raw" ["cat_ID"]=> int(466) ["category_count"]=> int(43) ["category_description"]=> string(4585) "Manifestação Distúrbios do Sono A principal manifestação de um problema crônico de sono é a sonolência diurna exagerada. As primeiras manifestações dos distúrbios do sono são as alterações do humor e as alterações de memória e capacidades mentais (cognitivas), como aprendizado, raciocínio e pensamento. 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