Neurologista - Dr. Willian Rezende

Benzodiazepínicos não estão relacionados com risco de demência


Tomar benzodiazepínicos (medicamentos usados para tratar ansiedade e insônia) não está associado a um aumento do risco de demência entre os idosos, constata um novo estudo publicado pelo BMJ. Esses resultados não suportam uma associação direta (causal) entre o uso de benzodiazepínicos e demência, defendem os pesquisadores.

No entanto, os profissionais de saúde ainda são aconselhados a evitar a prescrição de benzodiazepínicos para idosos para evitar resultados adversos para a saúde.

Alguns estudos têm sugerido que a utilização da benzodiazepina pode estar associada com um aumento do risco de demência, mas os resultados são contraditórios. Dadas as enormes implicações para a saúde pública, é necessária uma melhor compreensão dos riscos potenciais cognitivos do uso cumulativo de benzodiazepínicos.

“O estudo envolveu 3.434 participantes com 65 anos ou mais, sem demência, no início do estudo, que foram acompanhados por uma média de sete anos. O rastreio cognitivo foi realizado quando os participantes entraram no estudo e novamente a cada dois anos. O uso de benzodiazepínicos foi avaliado utilizando dados informatizados das farmácias ao longo de 10 anos. No geral, os resultados não suportam uma associação causal entre o uso de benzodiazepínicos e o desenvolvimento de demência”, informa o   neurologista, Willian Rezende do Carmo, CRM-SP 160.140.

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Emoções

Os transtornos emocionais caracterizam-se por disfunções comportamentais e cerebrais, que afetam a saúde psicológica e a qualidade de vida dos pacientes. Distúrbios como depressão, ansiedade, estresse, síndrome do pânico e fobia social estão inclusos nesta categoria. As causas, sintomas, e terapias variam de acordo com a condição. É essencial buscar ajuda especializada para diagnosticar e tratar adequadamente o problema.



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